Pinheiro, Weider SilvaValente, Evelyn Aida Tonioli
Este capítulo examina as inter-relações entre educação, política e economia, destacando como esses fatores moldaram os sistemas educacionais ao longo da história. O objetivo principal é compreender de que maneira as estruturas sociais e os interesses econômicos impactaram a organização da escola e a formulação de políticas públicas. Para tanto, adota-se uma pesquisa bibliográfica, embasada em estudos de autores como Durkheim, Althusser e Apple, que analisam a educação como um campo de reprodução e transformação social. O referencial teórico abrange a sociologia da educação e a teoria crítica, enfatizando as relações de poder que permeiam os processos educativos. Os achados revelam que a escola, em diferentes períodos históricos, serviu tanto para consolidar estruturas de dominação quanto para promover mudanças sociais. No contexto da Revolução Industrial, por exemplo, a educação foi utilizada como instrumento de disciplinarização da força de trabalho. Já no século XX, com a ampliação da escolarização e o avanço das democracias, surgiram políticas voltadas à universalização do ensino, ainda que marcadas por desigualdades estruturais. As discussões ressaltam a necessidade de repensar modelos educacionais que reproduzem exclusões e reforçam privilégios. Conclui-se que a compreensão das influências políticas e econômicas sobre a educação é fundamental para a construção de práticas pedagógicas mais equitativas. Assim, este capítulo contribui para uma reflexão crítica sobre o papel da escola na sociedade e os desafios de uma educação comprometida com a justiça social.
Pinheiro, Weider SilvaValente, Evelyn Aida Tonioli
Catarina de Oliveira SilligClaudio Neves Lopes
Jacqueline de Sousa Batista FigueiredoAna Luisa RaspanteAngélica Camila de Sousa
Edinéia Xavier Pereira de LacerdaGlasiane CamataAugusto César de Castro BarbosaAna Paula Silva dos Santos Ramalho