Vitória Lorrane dos SantosGabriella Salomão de PaulaAntônio Márcio Teodoro Cordeiro Silva
Introdução: O câncer de pâncreas é um dos cânceres mais agressivos, tendo um prognóstico desfavorável e altas taxas de metástase. Visto o padrão da doença, medidas para um diagnóstico precoce são relevantes. Os microRNAs são importantes na formação dos padrões tumorais e na progressão da doença, sendo propostos como biomarcadores para o seguimento prognóstico. Objetivo: Analisar o uso de microRNAs para o monitoramento do prognóstico de pacientes com câncer de pâncreas, destacando os envolvidos em prognósticos favoráveis ou desfavoráveis e evidenciar os mais relevantes. Métodos: Trata-se de uma revisão sistemática da literatura, com busca de artigos científicos, no banco de dados PubMed e baseado no protocolo PRISMA. Resultados: Foram citados os 20 microRNAs encontrados na pesquisa e suas características, em que 15 foram tabulados para pior evolução da doença e 5 para maiores taxas de sobrevida. A expressão elevada dos microRNAs 103 e 1225 está ligada à pior evolução, enquanto os microRNAs 505 e 204 indicam melhor prognóstico. A baixa expressão dos microRNAs 30c e 202 foi relacionada à rapidez de progressão do carcinoma. Conclusão: Os microRNAs possuem grande potencial para uso como marcadores prognósticos no câncer de pâncreas. A identificação desses é uma boa estratégia de investigação no futuro da medicina oncológica.
Kamylla Fernanda Lima MoraisIsabela Resende FonsecaAntônio Márcio Teodoro Cordeiro SilvaHenrique Bonach de PinhoJoão Carlos CunhaHenrique Couto CruvinelEmanuele Santos
Barbára Mendes Paz ChaoMarciane Conti Zornita BortolanzaIsabela CequinelAndressa Lima da SilvaAmanda RazeraDavid Livingstone Alves Figueiredo
Barbára Mendes Paz ChaoAmanda RazeraNathalia Gabrielle DallacortCatiuscie Cabreira da Silva Tortorella