Rebeca dos Santos Miranda de OliveiraKaroline Silva da ConceiçãoRaphaëlle JacobAna Angélica Bezerra de AraújoBeatriz Zani SilvaPedro Henrique Moura TeixeiraEvandro WeberDanielle Monique SoraggiReinaldo Viana PereiraAlessandra da Silva PereiraMilca Pereira de Andrade MoraesMateus Afonso de OliveiraJessica Thais Carvalho FerreiraRodrigo Barbosa da Silva SantosHeloisa Evelen Lima da Silva
Introdução: As infecções causadas por bactérias multirresistentes (BMRs) representam uma ameaça crescente à segurança do paciente em unidades de terapia intensiva (UTIs). Esses microrganismos estão associados a altos índices de morbimortalidade, maior tempo de internação e aumento dos custos hospitalares. O presente estudo teve como objetivo descrever o impacto das infecções por BMRs em UTIs. Objetivo: Descrever o impacto das infecções por bactérias multirresistentes em unidades de terapia intensiva. Metodologia: Foi realizada uma revisão integrativa da literatura nas bases LILACS, MEDLINE (via BVS) e SciELO. Utilizaram-se os descritores do DeCS/MeSH: “infecção hospitalar”, “Unidade de Terapia Intensiva” e “controle de infecções” combinados pelos operadores booleanos AND e OR. Foram incluídos artigos publicados entre 2020 e 2024, disponíveis gratuitamente na íntegra, nos idiomas português, inglês ou espanhol. Foram excluídos estudos duplicados e literatura cinzenta. Resultados e discussão: As infecções por bactérias multirresistentes em UTIs estão associadas ao aumento da mortalidade, prolongamento da internação, maiores custos hospitalares e dificuldades no tratamento devido à resistência aos antimicrobianos. Fatores como uso de dispositivos invasivos, falhas na higiene das mãos e ausência de protocolos eficazes favorecem a disseminação desses patógenos. O enfrentamento exige ações integradas, como controle rigoroso de infecção, educação continuada das equipes e políticas públicas voltadas à prevenção e uso racional de antibióticos. Conclusão: A resistência antimicrobiana dificulta o tratamento eficaz e exige o uso de terapias alternativas mais caras e complexas. Além disso, a propagação desses microrganismos é favorecida pela falha nas práticas de controle de infecção, como a higiene das mãos e o isolamento de pacientes. Estratégias preventivas mais rigorosas, como o uso racional de antibióticos e a implementação de protocolos de controle, são essenciais para reduzir os impactos dessas infecções e melhorar a segurança do paciente em ambientes críticos.
Eduarda Cruz TavaresAna Carolina Alves MenesesMATHEUS SILVA FERNANDESNATÁLIA MATOS LINS DE ALBUQUERQUE
Ronald Pinto CostaGabriel Cheles Nascimento MatosGabriel Ângelo Araújo De SouzaAlcione de Oliveira dos Santos
Larissa Queiroz de OliveiraRosângela Vidal de NegreirosCristiana Barbosa da Silva GomesHélio Lopes da SilveiraAndréia Oliveira Barros Sousa
André Ricardo Araújo da SilvaLúcia WerneckCristiane Teixeira Henriques
jane cris da silvacharles frederico rochaNatana Ribeiro FerreiraJeverson FernandesRenato Lemos MostaertIsadora Paula CorreiaVithoria Maria Bernieri IffertDeborah Araújo SilvaRynele Almeida de FonsecaMarcondes Mateus BarbosaCínthia Pereira JacominiAlladin Anderson Ramos BarbosaKadyja Ferraz de MeloBárbara Botelho BarbozaJheniffer Alves Ferreira dos Santos