Maria da Conceição Alves da SilvaLuciano Januário da SilvaKátia Regina Virgino BarretoElisabete de Alencar CostaAdriana Batista do NascimentoAna Paula Pinheiro da Silva
A educação há anos vem procurando caminhos para avançar nos resultados de aprendizagem. Contudo, ainda há muito o que ser feito. As esferas governamentais não conseguem planejar de acordo com as reais necessidades dos alunos. Existem vários programas de avaliações externas para identificar as dificuldades dos discentes, no entanto, o mais importante não é feito que é o planejamento para intervenção pós resultados. Ou seja, avalia-se várias vezes ao ano, por vários programas e não intervém. Com isso, os desafios ficam cada vez maiores para professores e gestores. Os gestores escolares se sentem sobrecarregados com as demandas vindas das instâncias maiores e não conseguem sequer desenvolver seu papel principal que é acompanhar e formar os professores. Ações como observação de aula com foco formativo, formação continuada em serviço, planejamento estratégico interventivo, entre outras ações não são desenvolvidas nas escolas por falta de tempo ou pior por despreparo dos profissionais que estão a gerindo esses processos. Outro fato preocupante é o atendimento especializado aos alunos atípicos. Os cuidadores, em sua maioria não tem sequer uma formação que venha contribuir no desenvolvimento do aluno, e por esse motivo passam de cuidadores a “pastoradores.”
Natércia de Andrade Lopes NetaVânia A. Lopes LealEleonora Celli Carioca ArenareC. VoltzJuliana Poerschke VoltzJosé Antônio Ribeiro de MouraAbraão Danziger de MatosMarcela Gomes BarbosaWanilda Maria Alves CavalcantiAlan de Sá LimaCristiane Cabral Teixeira da SilvaVânia Soares da SilvaKênia Aparecida Nascimento Freire TeodoroMarcio Rogerio Bresolin
Bruna Beatriz da RochaRebeca Freitas Ivanicska
Keyliane Neves NunesTatiana Santos Andrade