Giulia Camara e Silva GontijoHenrique Zouain Dutra do SoutoCarolina Voto BaptistaJoão Victor MoreiraGabriella de Mello Medina PestanaAndryw Giordano Melo de Moraes
Indivíduos (LGBTQIA +) são constantemente estigmatizados e discriminados. Espera-se que essa população tenha uma saúde mental mais afetada em comparação com as populações heterossexuais e cisgêneros, fenômeno no qual os profissionais de saúde precisam estar atentos e atuar. O presente estudo tem como objetivo explorar e identificar os distúrbios de saúde mental de maior incidência ou prevalência na população LGBTQIA +. Foi realizado um estudo de revisão bibliográfica com base em pesquisa de artigos da base de dados PubMed. Os seguintes termos de pesquisa foram identificados: “Sexual and Gender minorities/ psychology”, “Mental disorders”. A literatura revisada incluiu estudos conduzidos globalmente de 2019 a 2022. Dos 187 títulos, 37 resumos foram examinados, resultando em 28 artigos selecionados. Desse total, todos os artigos foram analisados na íntegra para determinar se cumpriam com o objetivo do trabalho. De acordo com os resultados encontrados a partir da pesquisa, as doenças mais prevalentes foram: ansiedade e depressão, suicídio e distúrbios alimentares, tornando-se o foco do artigo de revisão. Nesse sentido, houve um consenso nos trabalhos de que a população LGBTQIA + apresenta as supracitadas doenças com maior prevalência que os heterossexuais e cisgêneros. A partir dos resultados encontrados, observa-se que uma literatura mais abrangente sobre esse assunto possibilitaria uma atuação mais eficiente dos profissionais, salientando a necessidade de incentivar pesquisas nacionais para que se tenham evidências científicas que ilustrem a realidade cotidiana e a multifatorialidade do tema.
Luciana Ferrari GouvêaLeonardo Lemos de Souza
Matheus Andrade de MoraesJosefa Lusitânia de Jesus BorgesJOSE ELISSON DA SILVA SANTOS
Júlia Reis FecherYasmin Ferraz MartinsClévia Fernanda Sies Barboza
Alessandra Serrão PimentaPedro Wilson Ramos da Conceição