Este ensaio propõe um estilo de Educação Patrimonial Decolonial direcionando olhares para o campo da vivência cotidiana das pessoas comuns com seus patrimônios culturais, tomando a Guerra de Espadas, em Cruz das Almas/BA, como objeto de estudo. Argumenta-se que os estudos recentes sobre Educação Patrimonial se instalam na relação instituições-comunidades, conforme a sua origem conceitual institucionalizada, não abrindo incursões para compreensão de atitudes de Educação Patrimonial sem a presença de agentes do patrimônio ou de movimentos sociais organizados. A consequência é a não observância e o desperdício de experiências concretas evocadas por comunidades que não estão organizadas em termos formais ou iluminadas por lógicas eurocentradas. A pesquisa investiga textos teórico-conceituais sobre Educação Patrimonial contidos nos Cadernos Temáticos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. A leitura desses trabalhos vem sendo realizada pelos crivos teóricos decoloniais.
Alexsandro Vaz RodriguesVinícius da Silva CoutinhoEdmerson dos Santos ReisMariana Santos
Sandro Guimarães de SallesSaulo Ferreira FeitosaRosane Freire Lacerda
Yasmin Pietrangelo da SilvaIlma Vieira do Nascimento
Marinna Silva SantosMaria da Gloria Delgado RamosAnelise Martinelli Borges Oliveira