Patrícia Colli FranciscoRosana da Silva Pereira PaivaMara Rúbia Maciel Cardoso do PradoAndréia Guerra SimanLílian Fernandes Arial AyresPedro Paulo do Prado Júnior
Objetivo: Compreender a experiência e percepção de puérperas que vivenciaram a violência obstétrica. Métodos: A pesquisa foi de abordagem qualitativa. Os participantes da pesquisa foram 21 puérperas residentes em áreas com cobertura de Estratégia de Saúde da Família (ESF) de um município da Zona da Mata Mineira. A amostra foi definida pela saturação dos dados. A análise de dados coletados foi realizada utilizando a proposta de análise de conteúdo temática de Bardin e com o uso do software IRAMUTEQ, através da análise lexical de Nuvem de palavra e Classificação Hierárquica Descendente (CHD). Resultados: Por meio das falas das puérperas foi possível identificar o fenômeno da violência obstétrica, mesmo diante do desconhecimento delas sobre a temática em questão. Falta de empatia dos profissionais de saúde, negligência no atendimento, realização de cesáreas desnecessárias e falta de orientação com relação aos procedimentos realizados no momento do parto foram as formas de violência mais identificadas no estudo. Conclusão: Percebe-se a necessidade de se investir no processo de humanização da assistência obstétrica como forma de garantir as parturientes uma assistência de qualidade e livre de violência obstétrica.
Elenilda Farias de OliveiraTamires Da Silva OliveiraCassandra Santos da CunhaMagno Conceição das MercêsBrendo Vitor Nogueira SousaE.S. de Abreu
Tayna de Paiva Marques CarvalhoCarla Luzia França Araújo
Karem Cristinny Fontes PascoalMichelle Alves de CarvalhoRozileide Martins Simões CandeiaJéssica Barreto PereiraRonny Anderson de Oliveira CruzThaynara Ferreira Filgueiras
Vanessa de Melo SantosFlávia WestphalChayene Aguiar RochaHugo FernandesFabiana de Moura SouzaRosely Erlach Goldman