Karem Cristinny Fontes PascoalMichelle Alves de CarvalhoRozileide Martins Simões CandeiaJéssica Barreto PereiraRonny Anderson de Oliveira CruzThaynara Ferreira Filgueiras
Este artigo objetiva analisar a percepção de puérperas a respeito da violência obstétrica em uma maternidade de um município paraibano. Trata-se de um estudo de campo, descritivo, com abordagem quantitativa. A amostra do estudo foi composta por 132 mulheres. A coleta de dados foi realizada no mês de fevereiro de 2019. Os dados foram analisados e apresentados em forma de tabelas, tabulados e analisados no pacote estatístico Statistical Package for the Social Sciences, versão 21, sendo todos discutidos í luz da literatura pertinente ao tema e outros trabalhos publicados na área. Em meio aos questionamentos quanto á violência obstétrica, 79 (59,8%) relataram não conhecer o termo "violência obstétrica"; 126 (95,5%) puérperas expuseram que não receberam informações sobre violência obstétrica no acompanhamento do pré-natal, quando questionadas, 121 (91,7%) dessas não narraram nenhum episódio. Dentre as participantes 97 (73,5%) pronunciaram que acham que o uso de ocitocina é um tipo de violência; a episiotomia foi considerada por 48 (36,4%) das mulheres como um tipo de violência obstétrica. Os dados alertam que a falta de informações no pré-natal pela equipe de enfermagem pode levar a consequências maiores como a violência obstétrica.
Patrícia Colli FranciscoRosana da Silva Pereira PaivaMara Rúbia Maciel Cardoso do PradoAndréia Guerra SimanLílian Fernandes Arial AyresPedro Paulo do Prado Júnior
Elenilda Farias de OliveiraTamires Da Silva OliveiraCassandra Santos da CunhaMagno Conceição das MercêsBrendo Vitor Nogueira SousaE.S. de Abreu
Tayna de Paiva Marques CarvalhoCarla Luzia França Araújo
Vanessa de Melo SantosFlávia WestphalChayene Aguiar RochaHugo FernandesFabiana de Moura SouzaRosely Erlach Goldman