O artigo aborda as relações entre Kierkegaard e Paulo Freire a partir da concepção da educação como ética e da ética como educação, de modo que a construção do processo do amadurecimento da personalidade da singularidade ocorra no interior de atitudes éticas. Dessa forma, pretende-se oferecer ao (a) leitor(a) a possibilidade de dialogar com Paulo Freire e Kierkegaard no que diz respeito ao COMO se realiza a educação e a ética no Brasil, como também o exercício de PRATICAR a Filosofia num contexto de crise sem precedentes na história da educação e da construção dos processos culturais, econômicos, religiosos, políticos, sociais e simbólicos no Brasil.
Sílvio César Moral MarquesMarcus Rafael Rodrigues