Sílvia Adriana RodriguesÉrika Natacha Fernandes de AndradeDulcinéia Beirigo de Souza
Tendo o entendimento da infância como categoria geracional, com singularidades tecidas em meio a estruturas socioculturais, com necessidades específicas que precisam ser reconhecidas e valorizadas, trazemos, neste ensaio teórico, argumentos para a defesa da ação intencional, responsável e autoral de professores no que diz respeito à organização de currículos e práticas cotidianas balizadas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, bem como da constituição de identidade e de profissionalidade docente específicos para este nível de ensino. Entendemos que os caminhos de formação para docência precisam contemplar experiências narrativas e estéticas como estratégias de fomento para discussões sobre currículos e organização do trabalho educativo para crianças bem pequenas.
Carla CarmoGeraldo Jorge Tupinambá do Valle
Dilma Antunes SilvaRodnei PereiraAntônio Carlos Caruso Ronca
Elisa dos Santos VantiHelenara Plaszewski