Aluísio da Silva OliveiraAmanda Jordão Silva de DeusEudes Alves Simões NetoBruna de Oliveira de MeloFlávio Augusto Barros NogueiraAna Carla Mendes Ahamad JaberLarissa dos Reis FerreiraRayssa de Sousa SilvaEduardo Martins de SousaLívia Câmara de Carvalho Galvão
A pandemia da COVID-19 trouxe mudanças no cotidiano em todo o mundo, o isolamento e o distanciamento social aumentaram a busca por informações em redes sociais e meios de comunicação. As fake news geraram confusão e insegurança. Nesse contexto, cientistas, profissionais e estudantes da saúde desempenham um papel importante no esclarecimento de dúvidas da população. Para avaliar o conhecimento de estudantes do Curso de Enfermagem da Universidade Federal do Maranhão em relação à pandemia da COVID-19, foi aplicado um questionário eletrônico abordando fatos e fake news. Verificamos que 90,8% afirmaram que as fake news podem ter contribuído para aumentar a transmissão do vírus SARS-COV2. Jornais televisivos, sites de notícias e artigos científicos foram os meios usados, com 81.8%, 72.7% e 68.2%, respectivamente e 40% usaram redes sociais. Os estudantes consideraram fake news: 86.4% a hipótese de que o vírus possa ter sido criado em laboratório,100% que o vírus possa ser resultante da influência eletromagnética da rede de dados, 95.5% que o uso de termômetros infravermelhos cause danos cerebrais,100% que drogas como a Cloroquina, Ivermectina e Azitromicina possam ser utilizadas tanto para prevenção como para o tratamento e 100% de que quem já teve COVID-19 não precisa ser vacinado. Como intervenção, foi realizada uma palestra online, identificando os pontos prejudiciais e susceptíveis de divulgações falsas, seguida de questionário pós-intervenção. Constatamos que 100% dos estudantes responderam ser capazes de diferenciar fake news de informações verdadeiras, evidenciando a importância de fontes confiáveis e a transmissão de orientações verdadeiras à população.
Tatiana CalveteDaniela FachiniD. C. SILVALucas Queiroz de AguiarRicardo Rebelo‐Gonçalves