Hildegard Susana JungDouglas VazRemi Maria Zanatta Benatti
O objetivo do presente artigo consiste em suscitar o debate sobre os limites e as possibilidades das políticas públicas educacionais em tempos de educação 3.0. A metodologia tem abordagem qualitativa e buscou seus dados em uma revisão da literatura pertinente à temática. O referencial teórico fundamenta-se, principalmente, em autores como Moran (2014), Lévy (1999), Sant’Ana, Suanno e Sabota (2017), Fava (2014), entre outros. Os resultados sinalizam que: a) a educação 3.0 transcende a questão da utilização das tecnologias como recurso pedagógico, uma vez que supõe uma mudança profunda na educação, a qual deve considerar a interdisciplinaridade e a complexidade; b) a educação brasileira, desde o Brasil Imperial, tem um caráter público, portanto as políticas públicas educacionais precisam acompanhar as mudanças impostas pela contemporaneidade; c) o maior desafio pelo qual passam as políticas educacionais na atualidadeconsiste em acompanhar as demandas da educação 3.0, cenário em que um estudantemais autônomo e conectado exige práticas docentes que condizem com as suas necessidades,bem como um sistema educacional pensado para o cenário que se apresenta. O debate está aberto.
Catarina de Oliveira SilligClaudio Neves Lopes
Jacqueline de Sousa Batista FigueiredoAna Luisa RaspanteAngélica Camila de Sousa
Edinéia Xavier Pereira de LacerdaGlasiane CamataAugusto César de Castro BarbosaAna Paula Silva dos Santos Ramalho
Cesar RiboliIloene Pereira Passos Barberi
Leonardo Sampaio Baleeiro SantanaNeila Barbosa OsórioDjanires Lageano Neto de JesusGeorge França dos SantosWesquisley Vidal de SantanaAdriana da Costa Pereira AguiarValmir Fernandes de LiraAndré Ribeiro De GoveiaSilvania Pereira de Sousa PiresEliana de Aquino TarissioLuciana Pegoraro Penteado GândaraBartolomeu Moura