Com o surgimento das gerações dos direitos fundamentais: direitos civis, políticos e sociais, a sociedade passa por um período de reestruturação e inicia um longo processo de inclusão que se perpetua até hoje. Nesta evolução, as distintas classes sociais que compõem a sociedade, passam em igualdade, a se tornarem detentoras de direitos e garantias que irão servi-las como meio para uma convivência harmônica nas relações sociais. Neste sentido, surge em 24 de outubro de 1989, promulgada pelo então Presidente Sarney, a Lei nº 7.853. A primeira lei criada com o intuito de disciplinar uma proposta de proteção à pessoa com deficiência, conferindo ao Ministério Público a tarefa de defesa aos direitos coletivos deste grupo social. Desde então, o ordenamento jurídico brasileiro relacionado à proteção da pessoa com deficiência tem evoluído. Novas políticas públicas têm sido implementadas neste sistema a fim de conscientizar a população e promover a integração destes indivíduos nos meios sociais, haja vista a grande população pertencente à esta comunidade. No Brasil, cerca de 24% da população é composta por pessoas com deficiência, percentual este, que equivale à 45 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência, seja auditiva, visual, intelectual, psicofísica ou múltipla. Neste atual contexto, a pesquisa analisa a possibilidade de melhoria nos aspectos sociais contemporâneos que envolvem o processo de inclusão da pessoa com deficiência e expõem métodos utilizados para efetivação do exercício de direitos, como: a promoção de acessibilidade e a disponibilização de incentivos financeiros por parte do poder público, por meio de um sistema normativo em constante evolução.
Aline Moura da Silva BoanovaJoão Luís da Cunha Lopes
Flávia Piva Almeida LeiteCaroline Kraus Luvizotto
Flávia Piva Almeida LeiteCaroline Kraus Luvizotto
Mário Lúcio Garcez CalilLafayette PozzoliGislaene Martins