O presente texto tem como objetivo comparar o romance Vidas secas (1938), de Graciliano Ramos, com sua adaptação (1963) para o cinema, do diretor Nelson Pereira dos Santos. O foco é a analfabetismo dos personagens. Como o analfabetismo e suas consequências sociais aparecem no romance? Como o cineasta abordou esse assunto? Sem a pretensão de esgotar as duas obras, tendo em vista o enredo literário e o adaptado, comparam-se trechos do romance a cenas do filme a fim de refletir sobre a representação artística do analfabeto.
Arlete Ferreira dos SantosSimone da Silva Santos MouraViviana de SouzaÂngela Vilma Santos Bispo Oliveira
Carlos R. RecordEduardo Paulino PetenasiCarlos Eduardo RibeiroJosé R. MerlinDaniela Freitas Guilhermino Trindade