Neste texto, partimos de conexões entre objetos e processos, buscando uma aproximação com a formação complexa da expressão, considerando a ampliação de oportunidades que a experiência da arte propõe ao mundo. Em sua fase "pós-autônoma", a arte se reconecta com a realidade que é agora uma teia cujos emaranhados redesenham uma circularidade orgânica em sua própria sobrevivência.