O artigo põe em evidência a fato de que a literatura, como componente do processo de formação educacional, devia se colocar como um veículo (re)formulador que devolvesse o hemem à sua dimensão humana, à sua capacidade de estar de forma analítica no mundo. As instituições educacionais enconstram-se diante de situações-limites que interpelam e exigem atores que interajam e atuam nelas. Perguntando se apenas o horizonte da discurssão e das práxis política é suficiente para uma resposta a essas urgências, propondo a concepção de uma prática pedagógica que se insira numa contextualização mais ampla. Transitando pelo academicismo teórico, mas não desconectado do sensu comum, o profissional de Educação que trabalha com Literatura poderia, prioritariamente, buscar um sentido prático e imediato para o seu fazer docente, estabelecendo permanentemente pontes entre o saber veiculado e a vivida, propondo elos que contextualizem sua proposta pedagógica, revestindo-se de significação. O trabalho propõe, ainda, uma reflexão que se fundamenta no diálogo estabelecido entre a obra e o leitor, ou ainda, entre o que se lê e a conjuntura em que o leitor está inserido.
Neiva Barbalho de MoraisGiselle Ferreira Borges
Ana Carla Petersen de Oliveira SantosDarwin RobertoMarlene LopesGabrielle Oliveira
Bárbara MoreschiDaniela PrestesPaulo Afonso Lovera MarmentiniRafael Stamm Marcolin
Everton BedinJosé Cláudio Del Pino