Este artigo reflete sobre as crises e feridas internas da Igreja, buscando compreender como os ataques que surgem dentro dela mesma podem tornar-se ocasião de purificação e renovação espiritual. A partir de uma leitura teológica e pastoral, o autor apresenta a ideia de que a Igreja, Corpo Místico de Cristo, não é destruída por seus inimigos externos, mas é purificada pelas suas próprias feridas, à semelhança do Senhor crucificado. O texto convida à conversão e à fidelidade, mostrando que a verdadeira reforma eclesial nasce da santidade e do amor à verdade.
Péricles Morais de Andrade JúniorEmerson SenaSergio Rogério Azevedo Junqueira
Manoel Bernardino de Santana Filho