Para ampliar a qualidade de ensino os professores trocam informações, ouvem uns aos outros, relatam experiências de sucesso (e de insucesso) como forma de pressupor uma ajuda e uma resposta para suas dúvidas e anseios em levar a todos os educandos uma igualdade de aprender e de saberes. O momento é sempre único, embora se saiba que aquela estratégia (ou ferramenta) foi aplicada por um outro docente, num outro tempo, num outro espaço e ela deu certo. Quando se pensa na aplicação de sessões de Musicoterapia o modo de analisar essas práticas mudam de figura. A questão problema que se pretende responder é: "Como o professor (ou o aplicador) pode incluir em seu plano de trabalho atividades de Musicoterapia como instrumento pedagógico"? O objetivo geral desse estudo é propor uma reflexão sobre a profundidade que a música pode ter como instrumento de ensino e aprendizagem a partir de sessões de musicoterapia no Ensino Fundamental. Os objetivos específicos, são: a) verificar o que compreende ser a Educação Lúdica para a formação de um indivíduo a partir de atividades de Musicoterapia; b) identificar a importância da musicoterapia e da interatividade para o desenvolvimento das potencialidades afetivas, de identidade e autonomia do sujeito; c) reconhecer a necessidade de implantação e aplicação na Educação (em qualquer um dos níveis, atividades com músicas compreendendo as etapas desse novo recurso pedagógico. As aprendizagens essenciais aos quais a Base se refere são desenvolvidas ao longo das modalidades educacionais. De modo que a proposta de trabalho utilizando a musicoterapia como instrumento de aprendizagem pode ser aplicado em qualquer nível de ensino. O que mais importa será as colaborações desse recurso para ampliar a aprendizagem. A metodologia escolhida para desenvolver o tema deste artigo é a análise de referencial bibliográfico.
Gabriela Mariano BersanettiAlessandra Castro BusolinKelly Cristina Alves PaesEdilene Maria Rivera
Edna Maria dos SantosAurênia Pereira de França
Jacileide de Arruda SousaAlceu Zoia