Neide StregeGenival Gomes da Silva Júnior
A melatonina, um hormônio produzido naturalmente, tem sido objeto de estudo como terapia complementar no câncer de mama devido aos seus efeitos antioxidantes, que podem ajudar a combater danos celulares, inibir o crescimento tumoral e a metástase, bem como aprimorar a eficácia da quimioterapia, segundo alguns estudos. Entretanto, os resultados dessas investigações são variados, e a eficácia da melatonina pode depender de fatores individuais e do estágio do câncer. O objetivo deste estudo é conduzir uma revisão da literatura sobre as características gerais do câncer de mama, com ênfase no uso adjuvante e farmacológico da melatonina. A metodologia adotada consiste em uma revisão bibliográfica descritiva e exploratória, com a coleta de informações provenientes de fontes como o Ministério da Saúde, Scielo, e PubMed, no período de 2013 a 2023. Os resultados demonstram que a melatonina tem sido estudada em conjunto com quimioterápicos no tratamento do câncer, apresentando atividade antitumoral em células cancerosas quando utilizada como tratamento adjuvante para o câncer de mama. Concluindo, o câncer de mama geralmente afeta mulheres com mais de 50 anos e tende a ter um crescimento lento. O tratamento é adaptado de acordo com o estágio da patologia, frequentemente detectado por meio de mamografias. A utilização da melatonina como tratamento adjuvante tem demonstrado potencial terapêutico na redução da psicose, crescimento e progressão das células tumorais. O diagnóstico precoce continua a ser fundamental para aumentar as taxas de cura e a qualidade de vida dos pacientes com câncer de mama.
Neide StregeGenival Gomes da Silva Júnior
Luiz Eduardo Atalecio AraújoJoão Luiz Campos SoaresJose Sigiliano Gomes FilhoLuiz Antonio SilveiraMarcos WajnbergVanna Carneiro Oliveira
Neli Muraki IshikawaSophie DerchainLuiz Cláudio Santos Thuler