O presente artigo pretende elucidar apontamentos de análise acerca do processo de escrita e realização da peça Camino Real, de Tennessee Williams, particularmente em relação a Elia Kazan, diretor da montagem original e parceiro frequente de Williams na época. Além disso, através de uma breve análise, é objetivo apontar características formais e temáticas que sinalizam a contemporaneidade da peça, setenta anos após sua estreia.