Odiada por uns, amada por outros, assim nasceu a fotografia entre gentes das artes e das químicas. Desprezada no início, poucos acreditaram nas suas capacidades de mostrar o mundo. Cedo conseguiu conquistar a confiança e mostrar a todos a sua paternidade artística. Atualmente, adotou e acrescentou a paternidade técnica dos engenheiros de eletrónica digital, já não vai aos laboratórios de revelação, trocou o repouso dos álbuns de cartão, no fundo das gavetas e do seio da família, pela montra da internet nas redes sociais e viaja à velocidade da luz, nesta aldeia global.