Cecília Pescatore AlvesSuélen Cristina de MirandaLeandro Marques Cabriliano
O texto apresenta as reflexões do presente Dossiê, centradas na identidade em constante metamorfose, moldada por aparências, significados sociais e interações. Destaca-se a relação ambígua com as políticas públicas, que podem atuar tanto no controle quanto na emancipação, integrando os conceitos de biopolítica e reconhecimento. Na saúde mental, ressalta-se a luta antimanicomial e o papel das práticas coletivas para a promoção da autonomia e da participação social, superando o modelo hospitalocêntrico e os estigmas associados. De modo semelhante, a educação configura-se tanto como espaço de reprodução de desigualdades, como um campo de possibilidades para identidades que desafiam o status quo. Sendo assim, propõe-se a construção de políticas que acolham as complexidades identitárias e promovam o protagonismo dos sujeitos.Palavras-Chaves: Identidade; Políticas Públicas; Saúde Mental; Educação.
Alícia Ferreira GonçalvesAlberto dos Santos CabralMaristela Oliveira de Andrade
Daisi Teresinha ChapaniPedro Fonseca de VasconcelosBeatriz Salemme Corrêa Cortela
Günter AxtGislene Aparecida dos SantosEloína Prati dos SantosFábio Vergara CerqueiraMonique Vandresen