Luísa Puricelli PiresSimone Zanon Moschen
RESUMO Neste texto esboçamos parte da tese de doutorado que busca, com base no termo melancolia na psicanálise e em Walter Benjamin, traçar paralelos com o tempo de violência e passividade que viemos enfrentando. Trazendo elementos do infantil e da pulsão de morte, assim como do trauma e da vivência, buscamos articular o mal de nosso tempo com as possibilidades engendradas na coletividade, quando o melancólico passa do individualismo para exercer uma posição social rebelde. A educação enquanto cultura tem muito a ganhar com esse movimento, que anseia pela transmissão de saber nas narrativas sociais.