O presente texto se propõe a discutir Paulo Freire e Alberto Memmi com o objetivo de buscar elementos para a discussão sobre políticas educacionais numa perspectiva emancipatória. A reconstrução das idéias desses dois autores nos ajuda a questionar as tendências dominantes nas políticas educacionais de caráter instrumental e subordinadas ao mercado e também a pensar numa perspectiva crítica e transformadora. As pesquisas e as experiências vivenciadas por Memmi e Freire colocam inúmeros questionamentos em relação às tendências nas políticas educacionais neste início de século, cada vez menos preocupadas com a humanização, ou seja, com a vocação ontológica do ser humano que é ser mais. Nesse contexto, a leitura de autores clássicos apresenta-se como uma possibilidade fecunda na medida em que eles propõem questões fundamentais para a formulação de uma crítica consistente em relação à formação de sujeitos críticos e emancipados e que contribuam efetivamente na transformação das relações socioeconômicas, políticas e culturais.
Telmo MarconIvan Dourado Penteado
Ana Maria SaulDenise Regina da Costa Aguiar
Ivoni Richter ReimerClaudete Beise UlrichJefferson ZeferinoÉverton Nery CarneiroEduardo Soncini Miranda
Márcia Maria Couto MelloThiago Pessanha CorreaElenisio Rodrigues BarbosaRogério dos Santos FerreiraThiago Lucas LavanderFabricio Moraes CunhaFrederico Jorge Ferreira Costa