MARIA VITÓRIA CAVALCANTE SILVACristiano Araujo DiasEderlan Antônio de JesusTemistocles Damasceno Silva
A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) foi criada com o objetivo de promover mudanças na gestão, atenção, formação, participação social em saúde, as quais modificam os processos de trabalho no Sistema Único de Saúde (SUS). Na intenção de ampliar o olhar sobre a necessidade de compreender a gestão na atenção básica com a EPS mediante seus conceitos e práticas, e identificar a educação permanente como uma ferramenta que auxilia nos processos de gestão do trabalho em saúde, o presente estudo tem como objeto analisar a importância e uso da educação permanente em saúde pelos gestores da atenção básica. Trata-se de uma revisão sistemática, na qual buscou-se artigos indexados nas bases de dados Scielo (Scientific Eletronic Library Online), LILACS (Literatura Latino-Americana de Ciências de Saúde) e BVS (Biblioteca Virtual em Saúde). Logo, foram encontrados 273 artigos dos quais, a partir da leitura de títulos e resumos, foram selecionados apenas 9 que atendiam aos critérios de inclusão que se aproximaram da temática em questão. Considera-se que as práticas de educação permanente em saúde, quando efetivas, são dinâmicas, flexíveis e seguem as diretrizes do SUS. No entanto há um grande desafio a ser vencido por toda equipe da ABS, visto que, a falta de incentivo por parte dos gestores, a falta de interesse dos profissionais, a falta de estrutura e comprometimento, dentre outras, são barreiras que impedem uma maior resolutividade no exercício das ações.
Andresa Lira SilvaJuliana Siqueira Santos
Dorquelina Augusta Maia Rodrigues de OliveiraGeílsa Soraia Cavalcanti ValenteVangelina Lins MeloSelma Petra Chaves SáJosélia Braz do Santos Ferreira FerreiraThais Mara Silva
Mateus Araújo TeixeiraDavi Emanuel Barros QuaresmaBernardo Ribeiro QuintãoLuiza Rocha Pinto Coelho
LUCIANO SANTOS DA SILVA FILHORONIELE LIMA DOS SANTOSISRAEL COUTINHO SAMPAIO LIMAJOSÉ JACKSON COELHO SAMPAIO