Gabriel RibeiroPablo Enrique Abraham Zunino
Neste ensaio mapeamos alguns ditos, e possíveis não-ditos em aulas de Anatomia Humana, utilizando como pontos de ancoragem para esta discussão (in)certas estruturas que compõem os corpos humanos. As análises foram desenvolvidas à luz do pensamento de Paul Beatriz Preciado, sobretudo na obra intitulada Manifesto Contrassexual (2014). Nesse percurso teórico, por intermédio das seções “Entre Digerir e Gozar” e “Por que a mão não é considerada um órgão sexual?”, foram apontadas linhas de fuga para a operacionalização de outras práticas pedagógicas, mais sensíveis, acolhedoras e problematizadoras, no ensino desse componente curricular.
Laila Cristina Moreira DamázioVictória Maria Amorim RomualdoJúlia BrandiBernardo Figueiredo OttoniLuiz Otávio Oliveira VilacaMarcus Vinícius De SousaFranceane Esther Moreira de OliveiraRômulo Costa ViannaPedro Tiago Farias de Barros
Carolina Pontes SoaresNatasha Souza PontesRafaela Ester Galisteu da SilvaCésar A. Meschiari
Yana Luise Falcão LinsAna Caroline Januario FilipeMaria Vanessa Feitoza da SilvaDiego Pires RochaIracema Hermes Pires de Mélo Montenegro
Polyanne Junqueira Silva Andresen StriniPaulinne Junqueira Silva Andresen StriniRoberto Bernardino Júnior
Roberta Figueiroa De SouzaIsabella Michelon