Jueline da Silva SantosCamila de Araújo LimaTatiana Vieira de Castro e SilvaAmanda Figueirôa Silva CarmoCarla Peixoto Vinha de Souza
OBJETIVO: revisar a literatura sobre as principais barreiras para que a MP seja implementada nas UTIs. MATERIAIS E MÉTODOS: Foi realizada uma revisão na literatura nas bases de dados Pubmed e Scielo, entre janeiro e março de 2024. Foram incluídos artigos do período de 2014 a 2024, que discorressem sobre as barreiras para a mobilização precoce em UTI. Foram excluídos artigos de revisão de literatura, teses e dissertações, assim como artigos incompletos ou indisponíveis. RESULTADOS: Foram citadas 21 barreiras para realização da MP, sendo elas: falta de conhecimento sobre a MP (2,0%), falhas de comunicação (4,0%), natureza imprevisível da uti (2,0%), pessoal limitado (11%), tempo limitado (9%), ausência de protocolos (7%), treinamento inadequado (9%), sedação excessiva (13%), pacientes instáveis (hemodinâmica, respiratório e neurológico) (7,0%), obesidade (2,0%), agitação (4,0%), dor (2,0%), equipamentos inadequados (4,0%), cultura da uti (2,0%), ausência de recursos (2,0%), ordens médicas (4,0%), delirium (2,0%), estresse excessivo no trabalho (2,0%), alta carga de trabalho (7,0%), acessos femorais (2,0%) e excesso de procedimentos (2,0%). CONCLUSÃO: ainda existem muitas barreiras para que a MP seja implementada na UTI. Desta forma, é necessário que sejam criadas estratégias para que essas barreiras sejam superadas.
Jainne Suellen Oliveira de CarvalhoGeovane Alberto Costa DamascenoEric da Silva
Lígia Maria Tezo DaloiaAna Carolina Pereira Nunes PintoÉlida Pereira da Silva
Celiandro José Scandolara MazarroGustavo Rodrigues da Silva
Joina França da CruzBruna Azevedo Uchoa CarneiroAndrey Silva Machado
K. RodriguesIlha Gonçalves FernandesMariana Souza Pinto