Este ensaio visual apresenta camadas, nuances, vestígios de uma sexualidade que se constrói em meio às empoeiradas normas que definem o que é ser homem e sobre como performar masculinidade. São imagens que perpassam a infância e vida adulta num jogo de revelar e esconder, de agir pela natureza do que se é e de encontrar artifícios para não ser. São desenhos e fotografias que associadas a objetos resgatam/inventam memórias para fazer pensar nos modos e estratégias para existir/insistir no mundo.
Irisvaldo Laurindo de SouzaAntônio Máximo Ferraz