Carmila Nascimento Alves Da CunhaAmanda Verçosa PachecoBarbara Mafalda RobbiatiGabriela de Melo AmaralLarissa Oliveira Batista De Carvalho
Introdução: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) compreende uma diversidade de condições neuropsiquiátricas que impactam primordialmente a interação social, a comunicação e o comportamento de um indivíduo. Quanto à origem do TEA, embora as causas precisas permaneçam parcialmente obscuras, descobertas nas áreas genética e neurobiológica têm lançado luz sobre algumas possibilidades. A nomenclatura "espectro" no TEA alude à amplitude de intensidade e expressividade dos sintomas. O processo de diagnóstico desse transtorno é multifacetado e requer uma abordagem holística que engloba a avaliação clínica, observações comportamentais e entrevistas com cuidadores. Metodologia: Este estudo se configura como uma revisão integrativa da literatura referente aos fatores genéticos e ambientais no desenvolvimento de transtornos do espectro autista. Os descritores utilizados foram "Autismo", "Espectro do Autismo" e "Genética do Autismo", sendo as bases de dados selecionadas a Biblioteca Nacional de Medicina (PubMed) e a Biblioteca Eletrônica Científica Online (SCIELO). Por fim, após a realização de uma análise, foram identificadas 10 referências. Discussão: Embora a causa exata do autismo ainda não seja completamente compreendida, um vasto conjunto de fatores de risco, causas genéticas e fisiopatológicas têm sido meticulosamente investigados para proporcionar um entendimento mais profundo sobre seu desenvolvimento. Algumas pesquisas sugerem que infecções maternas durante a gravidez, como gripes severas ou infecções virais, podem estar relacionadas ao aumento do risco de autismo em crianças. Isso levou ao estudo de respostas imunológicas maternas e inflamação como possíveis contribuintes para o desenvolvimento do TEA. Quanto às causas genéticas associadas ao autismo, vale ressaltar a ocorrência de mutações de novo, que não são herdadas dos pais e podem afetar genes cruciais para o desenvolvimento cerebral e a função neuronal. Algumas formas de autismo têm base hereditária, com famílias que têm um membro afetado apresentando um risco aumentado de ter outros parentes com o transtorno. Desregulações nos neurotransmissores, como a serotonina e a dopamina, foram observadas em indivíduos com autismo, sugerindo um papel importante na regulação do humor e do comportamento. Conclusão: Em resumo, o autismo é uma condição resultante da interação de diversos fatores. Embora não exista uma maneira definitiva de prevenir o autismo, é possível adotar medidas para reduzir os riscos.
Amanda Gêa Gomes GonçalvesFeliphe Gabriel Carvalho de Sousa MilhomemHELOISA FRANÇA DOS REISKesia Morais de LimaMaria Eduarda Ferreira de MoraesMARIA FERNANDA BENTO COELHOMARIA PAULA NUNES SAMPAIORAFAEL PORFÍRIO PEREIRASOPHIA SOARES TEIXEIRA DE SOUZATuanny Sousa AlbuquerqueHermínio Maurício da Rocha Sobrinho
Ana Clara Calixto TeixeiraThaís Martins dos Anjos RamosIane Brito Leal