Lucas Camargos CarvalhoVictor Rabelo BitencourtI. BorgesRenata Silveira RosaMarcos Augusto Porto Botelho
A hipertensão arterial, apesar de ser comum na população adulta, também acomete a população infantil. Essa doença normalmente se desenvolve em crianças na sua forma secundária, ou seja, quando alguma outra enfermidade é sua precursora. Porém, é pertinente destacar que se tem a manifestação da doença na sua forma primária, causada por obesidade, sedentarismo e alimentação inadequada. Dessa forma, o estudo tem por objetivo estimar a prevalência de hipertensão arterial na população infantil brasileira, com o intuito de rever os mecanismos fisiopatológicos que acarretam o desenvolvimento dessa doença. Diante disso, o trabalho se trata de um estudo ecológico com crianças de 0 a 9 anos de todas as regiões do Brasil, nos anos de 2013 a 2017. Os resultados obtidos demonstram que a maioria das internações e a maior mortalidade infantil, em todas as faixas etárias pesquisadas, se encontram na região Nordeste. Além disso, ausência do pré-natal ou a sua não realização de forma adequada, gestações sem controle nutricional e o consumo de sódio contribuem para o desenvolvimento da doença. Assim sendo, conclui-se que a hipertensão arterial infantil deve ser evitada e, quando presente, ser tratada devido à possibilidade de causar complicações que podem levar a óbito.
Joyce Lopes MacedoAmanda Suellenn da Silva Santos OliveiraIrislene Costa PereiraMagnólia de Jesus Sousa Magalhães Assunção
Maicon KIRCHMAIERSamuel Ribeiro MARTINSAline Fernandes de OLIVEIRALívia Cabral ROCHA
Surellyson Oliveira Pereira da SilvaJulie Helene de Xerez Miranda FelixEdineide Nunes da SilvaAnkilma do Nascimento Andrade FeitosaOcilma Barros de Quental