Marcelo Medeiros da SilvaDaniel Rodas RamalhoMargarida Maria Gomes de Lima
Neste artigo, objetivamos analisar a presença da memória e da ancestralidade feminina negra na coletânea Olhos d’água (2016), de Conceição Evaristo, a partir do conceito de “lugar de fala” de Ribeiro (2017) e das reflexões de Machado (2014), Duarte (2013), Freitas e Santos (2018) e Andrade (2018). O corpus é composto pelo primeiro e pelo último conto da coletânea. Como resultado, constatamos, em ambos os contos, um olhar para a tradição coletivo-individual da mulher negra enquanto lição para o presente, na efetiva construção do futuro.
Geam Karlo-GomesJacqueline A. Menezes
Lilian Greice dos Santos Ortiz da SilveiraAriane Ávila Neto de Farias
Jéssica Ibiapino FreireMaria Anice Viana de AzevedoJosé Rosa dos Santos Júnior
Ana Caroline Genésio RodriguesMaria Aparecida Nascimento de Almeida
Roselene Cardoso AraújoPaulo Antônio VIEIRA