Este artigo tem como objetivo desenvolver uma breve análise da contemporaneidade, além de abordar os engodos ofertados pela mesma, que se apresentam como tessituras para o impossível do laço social, tendo em vista que a cultura é construída sobre a renúncia das pulsões, gerando mal-estar. Com isso, discorremos, a partir de Freud e Lacan, a melhor possibilidade de minoração do mal-estar, pois, é devido ao viés sublimatório que se vislumbra uma possibilidade saudável de um adiamento de prazer em prol da segurança e mitigação dos desejos inconscientes insatisfeitos. Afinal, desde os prelúdios de Freud, articula-se que, diante do objeto perdido, cada um deverá, à sua maneira, descobrir a forma de se realizar, pois é quase impossível conciliar as exigências da pulsão sexual com as da civilização.
Marcos Vítor Costa CastelhanoJecyane Ertha Gomes PereiraAllan Robson Candido SoaresRayssa Jamille Meneses CavalcantiMyrtes Gomes Cavalcanti AbílioEmmilly Larissa Araújo LúcioTamires Linhares Dutra
Angelina de Aragão Bulcão Soares Nascimento
Livia Freire de Menezes HerculanoLeonardo Danziato