Alessandra Gurgel PontesMaristani Polidori Zamperetti
O artigo apresenta como as produções artísticas de mulheres e feministas anunciam enfrentamentos sociais e novos saberes para a formação docente de Artes Visuais. Tais manifestações podem ser percebidas como pedagogias culturais que produzem interpretações e visões sociais na luta por direitos e contra o cenário patriarcal/neoliberal. Vale ressaltar que, com advento da pandemia, artistas visuais ocuparam a internet com suas visualidades, a fim de promover uma espécie de ciberativismo. Assim, buscamos investigar como o ativismo artístico dessas mulheres são essenciais para a formação crítica de professoras/es. O método aplicado consiste na análise pedagógica e visual das produções artísticas dessas mulheres, por meio de estudos da cultura visual. Portanto, investigaremos como tais visualidades se convertem em saberes pedagógicos no enfrentamento as opressões contemporâneas. Consideramos que, no contexto brasileiro, onde o patriarcado e a opressão se mostram latente, seja preciso investir em metodologias feministas que possibilitem a formação crítica de professoras/es.
Mariluci Ramos De Quadros BrasilValéria Metroski de Alvarenga