Natália Rodrigues da SilvaCaroline Marinho de AraújoMaria Elisângela Santos LiraÉrica Motta Moreira de SouzaGabriele Lopes do RosárioMarcela Rayza Ferreira BarrosRayssa Maria Santana das ChagasRubens Barbosa RezendeAndréa Batista Monteiro de MoraisFernanda da Silva UchoaIzabele Amanda da SilvaPedro Emílio Gomes PratesEduardo Periquito Pessoa de MeloAna Lídia da Silva FerreiraMaine Virgínia Alves ConfessorAntônio Felipe Silva CarvalhoHelenice Araújo CostaHêvellyn Filgueira LimaTaciana Arantes Borges
Introdução: As infecções relacionadas a assistência em saúde (IRAS) é um problema existente e prevalente no âmbito hospitalar. No caso de crianças, essas patologias, consideradas como condições crônicas complexas (CCC), causam impacto durante a infância pelo diagnóstico em si, maior exposição à dor, frequente de exames, ocorrência de internações afastando-as da escola e adaptação a nova rotina. Ademais, os familiares são também impactados com o diagnóstico podendo desencadear instabilidade emocional e vulnerabilidade. Objetivo: Assim, o presente artigo mostra-se importante visto os altos índices de resistência bacteriana pelo seu uso inadequado principalmente em relação às crianças. Portanto, o que o enfermeiro juntamente com a equipe multiprofissional pode fazer para minimizar os impactos da resistência bacteriana dentro da UTIs pediátricas? Metodologia: Esse estudo trata-se de umapesquisa de caráter qualitativo, optando-se por uma revisão bibliográfica. Sobre a temática proposta foram escolhidos os seguintes métodos de inclusão: estar disponível na íntegra de forma gratuita no idiomas português, inglês e espanhol; recorte temporal dos últimos cinco anos e estar de acordo com a resolução 466/12. Resultados e discussões: As infecções são complicações frequentes em pacientes doentes com patologia hemato-oncológica e com bacteremia sendo estas as principais causas de morbidade e mortalidade infantil e a neutropenia induzida pela quimioterapia, a febre costuma manifestasse por meio de uma infecção subjacente, uma vez que os sinais e sintomas de inflamação são frequentemente atenuados. A maioria destes doentes não apresentará infecção microbiologicamente documentada. A infecção microbiologicamente documentada e aproximadamente 10%-25% terão bacteremia. Conclusão: O presente artigo apresentou a descrição da resistência das bactérias multirresistentes e seus impactos na internação pediátrica. Além disso, apresentou as possíveis causas de persistência das mesma e como o profissional enfermeiro pode melhorar sua assistência no instituto de uma melhora rápida e eficaz do paciente.
Da Silva, Natália RodriguesDe Araújo, Caroline MarinhoLira, Maria Elisângela SantosÉrica Motta Moreira De SouzaRosário, Gabriele Lopes DoBarros, Marcela Rayza FerreiraRayssa Maria Santana Das ChagasRezende, Rubens BarbosaDe Morais, Andréa Batista MonteiroDa Silva Uchoa, FernandaIzabele Amanda Da SilvaPrates, Pedro Emílio GomesDe Melo, Eduardo Periquito PessoaDa Silva Ferreira, Ana LídiaMaine Virgínia Alves ConfessorAntônio Felipe Silva CarvalhoHelenice Araújo CostaHêvellyn Filgueira LimaTaciana Arantes Borges
Larissa Queiroz de OliveiraRosângela Vidal de NegreirosCristiana Barbosa da Silva GomesHélio Lopes da SilveiraAndréia Oliveira Barros Sousa
Camila Leticia da Costa FrançaRafael Limeira de Freitas
Júlia Silva Fonseca dos AnjosMARIA GABRIELA GUIMARãES ALVES BARBOSAISABEL PIRES BARRAMicheline Veras de MouraAna Elza Oliveira de Mendonça