Tânia Rúbia Flores da RochaJosé Albuquerque de Figueiredo NetoElton Jonh Freitas SantosMarília De Almeida PereiraKátia Maria Sousa de DeusRicardo Mourilhe‐Rocha
Objetivo: determinar os níveis de resiliência de pacientes com insuficiência cardíaca e sua associação com a qualidade de vida e sintomas depressivos. Método: estudo transversal envolvendo 102 pacientes. O período da coleta foi de janeiro a dezembro de 2019. Foram aplicados os seguintes instrumentos: o Minnesota Living With Heart Failure Questionnaire, o World Health Organization Quality of Life - WHOQOL-Bref, o instrumento Hospital Anxiety and Depression Scale na subescala depressão e a Escala de Resiliência de Wagnild e Young. Para avaliar correlação dos escores das escalas foram utilizados os testes coeficiente de Correlação de Pearson ou Coeficiente de Correlação de Spearman. Resultados: ao associar a escala de resiliência com qualidade de vida e sintomas depressivos, apenas o HADS-D foi significante com a escala de resiliência. Conclusão: nesse estudo observou-se que os indivíduos mais resilientes não possuíam sintomas depressivos.
Roberto Ramos BarbosaLuíza Dias TorresMayara da SilvaCarla Campos MirandaIngrid Ardisson ColodeteAndressa CortelettiTiago de Melo JacquesRenato Giestas SerpaOsmar Araújo CalilLuiz Fernando Machado Barbosa
Roberto Ramos BarbosaLuíza Dias TorresMayara da SilvaCarla Campos MirandaIngrid Ardisson ColodeteAndressa CrotelettiTiago de Melo JaquesRenato Giestas SerpaOsmar Araujo CalilLuiz Fernando Machado Barbosa