Letícia de Sousa MilanezAna Paula Pereira NaberoAdriane das Neves SilvaJosé Ivo dos Santos PedrosaBreno de Oliveira Ferreira
Resumo As lésbicas se deparam com inúmeras barreiras nos serviços de saúde e vivenciam experiências de preconceito, estigmatização e invisibilização de suas demandas de saúde. Neste artigo, buscou-se compreender os sentidos atribuídos por enfermeiras da atenção básica às práticas de cuidado em saúde com lésbicas. Trata-se de uma pesquisa qualitativa realizada com 15 enfermeiras que atuavam na atenção básica de Teresina, Piauí. A análise foi pautada no referencial teórico de habitus, campo e violência simbólica de Pierre Bourdieu. Observou-se que as práticas das enfermeiras no campo da atenção básica seguem protocolos heteronormativos. Portanto, é essencial que essas enfermeiras possam desenvolver outros habitus, a fim de garantir diferentes formas de identidades dentro dos serviços de saúde.
Luana Carine MaronPatrícia Caprini GuzzoTamara Grando
Gesiany Miranda FariasVera Lúcia de Azevedo LimaMaria Lúcia Chaves LimaJussara Gue MartiniMarília de Fátima Vieira de OliveiraMarina da Silva SanesMaria de Nazaré Alves de Lima
Roberto Henrique Amorim de Medeiros
Cláudia Moreira de LimaHérica Aparecida Albuquerque de ArrudaRoseany Patrícia Silva RochaRonaldo Antônio da SilvaDaniela Luzia Zagoto AgulhóDayane dos Santos Souza Magalhães
Débora Morgana Soares Oliveira do ÓMariana Boulitreau Siqueira Campos BarrosJéssica Rodrigues Correia e SáTamires Correia dos Santos BarbosaRomário Correia dos Santos