Bruno Pereira SteletAntônio Augusto Dall’Agnol ModestoAlfredo de Oliveira NetoCristal Moniz de AragãoCarolina Lopes de Lima Reigada
Resumo O modelo de Acesso Avançado ou Aberto (Advanced/Open Access) vem sendo estimulado por gestores e valorizado pela medicina de família e comunidade brasileira como modelo de gestão da clínica na Equipe de Saúde da Família. Este artigo de revisão integrativa discute como essa tecnologia pode qualificar ou prejudicar a Atenção Primária à Saúde. Embora ajude a promover mudanças necessárias em agendas tradicionalmente voltadas para ações programáticas, o modelo tem um forte viés gerencialista. Ao desconsiderar premissas básicas, sua implantação pode resultar em sofrimento do profissional e em sua alienação perante o território e o cuidado integral em saúde, além de reforçar o modelo biomédico e a medicalização social. Apontamos caminhos para que ‘avançado’ não signifique ‘precipitado’, destacando que uma implantação com base no diálogo entre trabalhadores, gestores e usuários parece mais coerente com a própria literatura sobre Acesso Avançado e com a produção nacional sobre Acolhimento no Sistema Único de Saúde.
Denise Maria Campos de Lima Castro
Oliveira, Larayne Gallo FariasFracolli, Lislaine AparecidaAnjos, Thaynara Silva dosSantos, Jerusa Costa doGeraldo, Daniela CristinaCastro, Denise Maria Campos de Lima
Oliveira, Larayne Gallo FariasFracolli, Lislaine AparecidaAnjos, Thaynara Silva dosSantos, Jerusa Costa doGeraldo, Daniela CristinaCastro, Denise Maria Campos de Lima
Bárbara Navajas de Sá LeiteMônica Martins de Oliveira Viana
Larayne Gallo Farias OliveiraLislaine Aparecida FracolliLetícia Aparecida da Silva