Pedro Paulo de AlmeidaJuliana FranziMarcelo Augusto Rocha
o presente artigo deriva do Trabalho de Conclusão de Curso do primeiro autor e se desenvolve a partir da apresentação da história do muralismo, do grafite e da pichação, reconhecendo-os como um grito de resistência perante as opressões sociais, culturais e economicamente impostas. Posteriormente, realiza um debate que os indica como ferramentas pedagógicas, dado que permitem transcender a educação tradicional e incorporar o ensino de Geografia, sobretudo em escolas públicas, comprometido com a transformação da realidade social. Nesta direção, as orientações pedagógicas – teóricas e práticas – respaldam-se em caminhos já trilhados pelo primeiro autor, cujos trabalhos poderão ser conhecidos neste artigo. As reflexões aqui aventadas visam a oportunizar às escolas, por meio do ensino de Geografia, o desenvolvimento dos(das) estudantes ao favorecer suas próprias análises espaciais e o entendimento das paisagens em seus múltiplos sentidos e dos territórios em seus múltiplos agentes.
Waldemberg Araújo BessaLuziane de Sousa Feitosa
Adolfo PizzinatoPedro de Castro TedescoCristiano Hamann