O presente artigo tem como objetivo discutir como a fi losofi a fenomenológica de Edmund Husserl (1958; 1975) pode servir de inspiração à construção de um caminho epistemológico para pesquisas sobre práticas educativas em espaços não escolares. Para isso, traz a refl exão de alguns autores a respeito dessa fi losofi a, como Salansky (2006), Depraz (2011) e Ferreira (2015) e, particularmente, o desenvolvimento de três conceitos considerados relevantes para a análise da realidade educacional como um fenômeno social: o noema, a noese e a variação eidética como doação de sentido da realidade pelos sujeitos dos processos de ensino-aprendizagem. Ao fi nal, o artigo mostra o emprego desses aspectos da Fenomenologia e seus resultados em algumas pesquisas sobre educação e pobreza que utilizaram esse percurso metodológico.
Márcia Valéria PaixãoLeandro Rafael Pinto
Thamara Maria de SouzaAlisson Moura ChagasRobson DiasVictor Márcio Laus Reis Gomes
Marcela de Moraes AgudoLucas André Teixeira
Brenda Thaís Galdino da RochaAdryane GorayebLeilane Oliveira ChavesTânia Gorayeb Sucupira