Lucrecya Cena da SilvaKamila Lopes de LiraRuth Raquel Soares de Farias
Este estudo objetiva identificar como o profissional fonoaudiólogo auxilia na intervenção precoce de crianças autistas. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, de abordagem quantitativa, qualitativa e descritiva. A coleta de dados ocorreu no período de setembro a novembro de 2021, foram coletados nas bases de dados: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Portal Capes, PubMed, Scientific Electronic Library Online (SciELO). Para a pesquisa, foram usados os seguintes descritores: Ciência da Fala e Audição; Autismo Infantil; Fonoaudiologia. Os resultados abordam uma análise dos artigos em língua vernácula sobre as intervenções fonoaudiológicas no autismo. Ao todo, oito artigos atenderam aos critérios de inclusão e exclusão. Sendo 4 artigos da Scielo, 2 da CAPES e 2 da BVS. Conclui-se que a intervenção precoce no TEA é o que de melhor pode ser feito ao paciente e o quanto antes for iniciado maior é a chance de um controle sobre o desenvolvimento social e de comunicação da criança. O profissional fonoaudiólogo deve ser capaz de desenvolver na criança autista habilidades comunicativas, pois elas contribuem para a promoção da aprendizagem. Dessa forma, o fonoaudiólogo precisa estar atento para interpretar e contextualizar os processos de intervenção para que sua aplicação seja flexível e beneficie o paciente.
Heloisa Adhmann FerreiraPaula Mello PachecoThaís Helena Ferreira SantosDaniela Regina Molini-Avejonas
Flavia Machado da SilvaBrenda Lícia Xavier Pantoja Barros
Mariana de Barros SampaioGilberto Mateus Flores
Mariana de Barros SampaioGilberto Mateus Flores