Resumo: Conforme apresentam nos estudos de Cummings (2017), Volden (2017), Loukusa (2017), Stemmer (2017), entre outros pesquisadores, a aproximação das ciências da saúde com os estudos da pragmática permitiu a caracterização e a gestão de um extenso grupo de distúrbios causadores de déficits na interpretação e comunicação humana. Entre as deficiências pragmáticas incluem-se indivíduos com transtorno do espectro autista, déficits intelectuais, demência e dano no hemisfério direito. O objetivo neste trabalho é, portanto, apresentar os aspectos gerais que norteiam uma pragmática de vertente clínica (Cummings, 2017), a partir de casos que envolvem o estudo e o manejo clínico de distúrbios pragmáticos (Brinton, Fujiki, 1994; Abusamra et al, 2009; Loukusa, 2007, 2017), para uma breve análise de diálogos nesta perspectiva. Por fim, buscamos também elucidar a pragmática enquanto ciência transdisciplinar e os benefícios desse alcance para o impacto científico da área. Palavras-chave: Pragmática clínica. Pragmática cognitiva. Teoria da mente. Patologias da linguagem.
Alessandra Cavalcante Scherma Schurig
Ana Cláudia Fagundes da Cunha Casagrande RamuskiAngela Mari GussoAngélica AndersenIvete MorosovJanice Cristine ThiélLilian de PaulaLuzia SchalkoskiMarina Xavier FerreiraPatrick RezendeRodrigo Bueno FerreiraSandra Batista da CostaSebastião Lourenço dos SantosRodrigo Bueno FerreiraSandra Batista da CostaSebastião Lourenço dos Santos