Joana Laura de Castro MartinsJudite Scherer Wenzel
O artigo aborda uma discussão acerca da Prática como Componente Curricular (PCC) na formação inicial de professores de química com um olhar tanto para a sua organização como para indícios de concepção de prática que está sendo proposta. Também atenta-se para a legislação que norteia a formação inicial de professores e que define a carga horária a ser destinada para a PCC. A metodologia é de caráter qualitativo com uso da análise textual discursiva para a construção dos resultados. Os dados foram obtidos da leitura de Projetos Pedagógicos de Cursos (PPCs) de Licenciatura em Química de Instituições Federais da Região Sul do Brasil selecionados via site e-MEC. A análise dos PPCs inferiram em duas categorias uma a priori intitulada “A Implementação/Efetivação da PCC nas propostas pedagógicas dos cursos”, da qual emergiram duas subcategorias: “Organização da PCC: Articulações Curriculares” e “Organização da PCC: modos de efetivação e execução da PCC” e, uma categoria emergente intitulada “A PCC como modo de qualificar a Identidade Profissional do Professor”. De modo geral, foi possível depreender que a inserção das 400h de PCC pode qualificar a relação teoria e prática, mas a sua real potencialidade está relacionada ao comprometimento e ao coletivo dos professores formadores, com isso, aponta-se a necessidade do acompanhamento constante junto aos espaços de formação inicial como modo de qualificar tal formação.
Karina Alessandra Pessôa da SilvaÁlvaro Lorencini Júnior
Emanuelly Wouters SilvaJerônimo Sartori
Gabriela Luisa SchmitzLuíz Caldeira Brant de Tolentino-Neto
Rosa Maria Oliveira Teixeira de VasconcelosElton Casado Fireman
Nicole CostaGraziela Marchi Tiago