Emilene Ragasson BochniaNathana ManeiraTatiane Herreira TrigueiroLuciane FáveroKátia Renata Antunes KochlaFabio André Miranda de Oliveira
Objetivo: Compreender a percepção que o enfermeiro obstetra que atende ao parto domiciliar planejado tem de sua atuação. Métodos: Trata-se de um estudo exploratório de abordagem qualitativa. Como técnica de coleta de dados, foram utilizadas entrevistas semiestruturadas, realizadas no período de junho a agosto de 2015, com sete enfermeiros obstetras que realizavam este tipo de parto em Curitiba, Estado do Paraná. Os dados foram analisados segundo grupos temáticos, proposta por Bardin, dos quais emergiram duas categorias: o enfermeiro obstetra diante de si; e o enfermeiro obstetra diante da mulher. Resultados: Identificou-se que a atuação do enfermeiro em domicílio torna-se um campo de trabalho satisfatório e gratificante, pois lhe possibilita maior autonomia. Entretanto, esta função também pode desencadear dificuldades, insegurança e conflito de relações interpessoais. Considerações finais: A atuação do enfermeiro obstetra no domicílio constitui um trabalho satisfatório, gratificante e que proporciona autonomia. Entretanto, traz dificuldades, inseguranças e conflitos interprofissionais. Acreditam que a assistência domiciliar abrange valores que vão além dos aspectos científicos e tecnológicos, utilizando-se de um olhar holístico sobre esse momento.
Emilene Ragasson BochniaNathana ManeiraTatiane Herreira TrigueiroLuciane FáveroKátia Renata Antunes KochlaFabio André Miranda de Oliveira
Diego Vieira de MattosLuc VandenbergheCleusa Alves Martins
Andressa da Silva GuimarãesIRIS NAYRE SABOIA NUNESGISELE COSTA DE CARVALHO
Shaheen ButtKunwar ArqumMuhammad Ramish
Huma MaqsoodAyesha ShafiqueGhulam Hussain WaganSohail Ahmed Rajper