O objetivo principal deste artigo é explorar a unidade dramática do episódio de Andrômaca em Troianas de Eurípides, em particular, as conexões minuciosas entre a primeira e a segunda rêseis de Andrômaca. Mostra-se que o episódio não se apoia apenas em questões sociopolíticas e existenciais, mas também apresenta uma cuidadosa discussão em torno de certas faculdades da alma que, em sua versão desenvolvida na psicologia aristotélica, aparecem com os nomes de aisthesis, phantasia e nous.