Cristina Franco GontijoJosélia Oliveira Araújo FirmoMaria Fernanda Lima‐CostaAntônio Ignácio de Loyola Filho
Resumo: O objetivo do estudo foi verificar se o capital social seria um preditor da mortalidade por todas as causas entre idosos brasileiros residentes em comunidade. Participaram 935 idosos sobreviventes da coorte idosa do Projeto Bambuí em 2004, que foram acompanhados até 2011. O desfecho foi a mortalidade por todas as causas e a exposição de interesse foi o capital social, mensurado em seus dois componentes, o cognitivo (coesão social e o suporte social) e o estrutural (participação social e satisfação com a vizinhança). Variáveis sociodemográficas, de condições de saúde e tabagismo foram incluídas na análise para o propósito de ajuste. A análise dos dados baseou-se no modelo dos riscos proporcionais de Cox, que fornece hazard ratios (HR) e intervalos de 95% de confiança (IC95%). O componente estrutural do capital social, na dimensão da participação social, foi o único independentemente associado à mortalidade: os idosos que não participavam de grupos sociais ou associações apresentaram um risco de morte duas vezes maior (HR = 2,28; IC95%: 1,49-3,49) que suas contrapartes. Os resultados desta investigação evidenciam a necessidade de estender as intervenções direcionadas à promoção da longevidade para além do campo específico de atuação da saúde, voltando-se também para características ambientais e sociais.
Cristina Franco GontijoJuliana Vaz de Melo MambriniTatiana Chama Borges LuzAntônio Ignácio de Loyola Filho
Cristina Franco GontijoJuliana Vaz de Melo MambriniJosélia Oliveira Araújo FirmoMaria Fernanda Lima‐CostaAntônio Ignácio de Loyola Filho
Andréa Cristina Garofe Fortes-BurgosAnita Liberalesso NériAna Paula Cupertino
Cristiane Vilas Boas NevesJuliana Vaz de Melo MambriniKaren TorresAndréa Teixeira‐CarvalhoOlindo Assis Martins‐FilhoMaria Fernanda Lima‐CostaSérgio Viana Peixoto