Elaine Cristina de OliveiraRui Massato HarayamaLygia de Sousa Viégas
O presente artigo tece reflexões sobre o tensionamento entre o combate ao uso de drogas ilícitas na escola e o crescente processo de medicalização da educação. Inicia com uma discussão conceitual em torno da medicalização; em seguida, expõe dados sobre o uso dos psicotrópicos mais comuns no ambiente escolar: o Cloridrato de Metilfenidato (geralmente usado por alunos) e o Clonazepam (consumido de forma mais acentuada por professores). Posto isso, envereda pelo debate sobre o uso de drogas na escola, buscando diálogo com a perspectiva antiproibicionista. Ao final, faz uma breve análise sobre a produção de diagnósticos e rótulos na escola. Espera-se contribuir com o debate sobre a articulação entre drogas e medicalização na escola.
Igor GuatelliChristiane Gaillard Younès
Luciana FiamonciniCelso Kraemer
Luciana FiamonciniCelso Kraemer
Sofia Castanheira PaisIsabel MenezesJoão Arriscado Nunes