Italo Medeiros FaracoFlávia Firpo Del DucaFrancinne Miranda da RosaVanessa Ceolin Poletto
OBJETIVO: Verificar o conhecimento e a conduta de médicos pediatras frente a possíveis manifestações locais e sistêmicas ocorridas durante a erupção dentária, uma vez que a relação desta com o aparecimento de manifestações orgânicas na criança tem constituído, ao longo da história das ciências médico-odontológicas, um assunto controverso. MÉTODOS: Estudo observacional no qual o instrumento de coleta de dados foi um questionário dirigido a todos os médicos pediatras (n=21) da cidade de Bagé, Rio Grande do Sul. Este questionário foi constituído por perguntas sobre a opinião dos médicos se a erupção dentária seria a causadora de alterações que surgem durante o irrompimento dos dentes e quais são as condutas por eles tomadas. Após a confecção do banco de dados, foram realizadas as freqüências simples e percentuais das variáveis avaliadas no estudo. RESULTADOS: Dos médicos pediatras entrevistados, 76% acreditam que o processo de erupção dentária pode estar associado a manifestações sistêmicas e/ou locais; 94% dos entrevistados observaram como manifestações ansiedade/irritabilidade e coceira/sucção de dedos ou objetos. A conduta clínica mais adotada pelos médicos pediatras foi a orientação aos pais/responsáveis (37%). CONCLUSÕES: A maioria dos médicos pediatras entrevistados acredita que possam ocorrer manifestações sistêmicas e/ou locais devida à erupção dentária e que a conduta clínica de eleição é a orientação familiar.
Rita SilvaSónia MendesMário BernardoLuísa Barros
Maria do Carmo Matias FreireRaquel Adorno MACÊDOWelder Humberto da SILVA
Maria Rita Lima LopesValéria Medeiros ClaudinoEdwin Cardoso NevesLetícia Morena Carvalho de AlmeidaRafaela Calixto Vieira PraesThiago Fonseca–Silva
Emanuelle Albuquerque Carvalho MeloSofia Vasconcelos CarneiroMarcelo José Monteiro Ferreira