Arthur Silveira de FigueiredoDjalma José FagundesNeil Ferreira NovoCelso Massaschi InouyeLuiz Carlos TakitaMaria Cristina Pita Sassioto
OBJETIVO: Estudar comparativamente implantes de osso bovino desvitalizado, hidroxiapatita porosa de coral, poliuretana de mamona e enxerto ósseo autógeno no reparo de defeito ósseo de 6x10mm em fêmur de coelhos. MÉTODOS: Noventa e seis coelhos Nova Zelândia distribuídos em 4 grupos conforme o material de preenchimento do defeito ósseo. Após seguimento de 4 e 12 semanas, as peças foram submetidas a análise macroscópica, microscópica, radiográfica, tomográfica e histométrica. Aos resultados aplicou-se testes estatísticos de Kruskal-Wallis, Mann-Whitney, Fisher, “t” de Student e quiquadrado. RESULTADOS: O enxerto ósseo autógeno mostrou maior potencial osteogênico; o osso bovino desvitalizado produz maior reação inflamatória, maior número de cavidades císticas e lentidão de integração; a hidroxiapatita porosa de coral mantém a radiodensidade inicial; os implantes de osso bovino desvitalizado e poliuretana de mamona mostraram radiodensidades aumentadas conforme foram invadidos pelo tecido ósseo neoformado. CONCLUSÃO: O implante de osso bovino desvitalizado induz reparação tecidual guiada mais lenta quando comparado ao enxerto ósseo autógeno e aos implantes de hidroxiapatita porosa de coral e poliuretana de mamona.
José Wilson JacquesDjalma José FagundesArthur Silveira de FigueiredoCelso Massaschi InouyeRafael Perez ScapulatempoMaria Cristina Pita Sassioto
Arthur Silveira de FigueiredoDjalma José FagundesNeil Ferreira NovoYára JulianoCelso Massaschi Inouye
Arthur Silveira de FigueiredoLuiz Carlos TakitaSaul Goldenberg
Theodolindo Zeferino de Castro NetoBreno Henrique Dutra FerreiraFabiana de Castro SilvaOhana Oliveira Valverde da Silva
Carlos Roberto GáliaAndré Luis Alvares LourençoRicardo RositoCarlos Alberto Souza MacedoLourdes Maria Araújo Quaresma Camargo