Francisco Alexandre Baptista da SilvaMarco Antônio Scanavini
Introdução e objetivo: Procurou-se avaliar cefalometricamente o espaço disponível para erupção dos segundos e terceiros molares superiores permanentes na região da tuberosidade maxilar após a distalização dos primeiros molares superiores. Material e métodos: A amostra foi constituída de 38 telerradiografias em norma lateral direita, de 19 pacientes brasileiros, leucodermas e melanodermas, com idade média de 9 anos e 5 meses, obtidas no início e após a distalização dos primeiros molares superiores permanentes. O espaço avaliado compreendeu da extremidade da tuberosidade maxilar à face distal do primeiro molar superior permanente. Para a análise estatística foi utilizado o teste t de Student, e na correlação entre espaço e angulação, o coeficiente de correlação de Pearson. Resultados e conclusão: O espaço correspondente entre a distal dos primeiros molares superiores permanentes e a extremidade da tuberosidade maxilar, na fase inicial e após a movimentação distal, não foi suficiente para a erupção dos segundos e terceiros molares superiores permanentes. As coroas, da fase inicial até o fim da movimentação distal, posicionaram-se mais para distal. Quanto à correlação das angulações das coroas dos segundos e terceiros molares superiores permanentes e o espaço para erupção, verificou-se que quanto maior a angulação distal das coroas menor o espaço oferecido para a erupção.
Francisco Alexandre Baptista da SilvaMarco Antônio ScanaviniD.F. Siqueira
Pedro Airton FerreiraWalmir Júnio de Pinho Reis Rodrigues
Vinícius Rio Verde Melo MunizLeonardo Morais Godoy FigueiredoFábio De Freitas Pereira FreitasMarcelo Victor Omena Caldas CostaPaulo Ribeiro de Queiroz NetoDelano Oliveira Souza